sábado, junho 27, 2015

Capit. 19

Ruth pensativa

terça-feira, dezembro 17, 2013

50 anos de formatura

A nossa festa dos cinquenta anos de formatura foi realizada em três etapas :

  primeiro -  encontro preliminar na Associação dos Eng. Agrônomos e um  cocktel ;

  segundo -   cerimonia do festejo realizado no auditório da UFRA com a presença do 
  Maginifico Reitor e da nossa professora Dra. Natalina, que foi nossa paraninfa na colação
  e outros homenageados como Dr. Ruben Lima.   Houve a oferta de uma ânfora com os nomes
  dos formandos à Universidade e a placa afixado no corredor de honra onde estão todos os fornados  
  nessa Universidade, com o nome de todos os colegas.

  terceiro  -  almoço no Parque da Residencia.

   Depois do almoço os colegas de outras cidades puderam rever seus amigos e a Belém de hoje.

 

terça-feira, dezembro 03, 2013

50 anos de formatura

No dia 13 de dezembro deste ano, vamos completar 50 anos de formados em Engenharia  Agronomica na Escola de Agronomia da Amazônia, hoje UFRA.  Estamos programando uma festa comemorativa na qual reuniremos os colegas, muitos residentes no Maranhão e outros estados.  Infelizmente alguns já partiram para outra dimensão.

terça-feira, setembro 24, 2013

50 anos de formatura

 Em dezembro deste ano estaremos completando cinquenta anos da formatura  em Agronomia   Uma comissão presidida pelo Tourinho está programando uma festa na data de 13 de dezembro reunindo todos os colegas .  Infelizmente alguns já partiram .
Todos os colegas já confirmara suas presenças para essa festa.

                                          formatura em 13/12/1963
 
 
O encontro dos maruokas está programadp para dezembro deste ano

domingo, dezembro 25, 2011

Quinto Encontro dos Maruokas

O Quinto Encontro dos Maruokas.

O Encontro deste ano aconteceu no Rio de Janeiro, na cidade de Cabo Frio. A Terezinha e familia foram as organizadoras e colocaram a casa a disposiçao e alugaram outra com diversos quartos que comportou todo mundo.

Participaram:
De Manaus ... Adercy Itiu e Nazare,
de Natal R. N. ... Fernando, Neyla e Rosana,
de Belem, Pa. .... Yuji, Maria, Leda, Victor, Monica, Emile, Izabele, Donato, Eduardo, Adalzisa e eu. A Iracema ja estava no Rio,
do Rio ................. Teca e familia, mais alguns irmaos do Sergio com os filhos.

Logo no Aeroporto do Rio, encontramos a turma de Manaus que tinha chegado nesse horario. Tambem a Teca, Sergio e Iracema estavam nos esperando no Aeroporto. Fomos para um hotel e no dia seguinte fomos para Cabo Frio com Teca, os outros ficaram para fazer um city tour.

Foi um encontro muito legal e tivemos oportunidade de conhecer a cidade onde mora a Teca e familia. Cabo Frio é uma linda cidade turistica com uma bela paisagem, cercada por lindas praias e banhada pelo Oceano Atlantico, para completar fica proxima de Buzios, uma cidade famoza por ter, no passado, hospedado a atriz francesa Brigit Bardot.

Este encontro tambem foi uma despedida do Eduardo Maruoka que, um mes e pouco depois, veio a falecer em Belem. Ele partiu mas deixou muita saudade e muitas lembranças que não serão esquecidas. Ele será sempre lembrado como uma pessoa alegre, simples e correta.

quarta-feira, setembro 07, 2011

Saudade da mamãe.





sexta-feira, setembro 02, 2011

Saudade de minha mãe Cap. 18

Ocultamento de minha mãe, Chiyoko.

A Igreja Tenrikyo celebra uma missa especial no quinto ano de falecimento de seus adeptos. (ocultamento fisico)
No dia 13/08/2011 foi celebrada essa missa em intenção da alma de dona Chiyoko. Para assistir a essa missa vieram os meus irmãos , Adercy e Roberto de Manaus e Fernando, de Natal. Foi uma reunião da familia Maruoka mais a presença de outros parentes e amigos.
Foi uma missa muito bonita e comovente, trazendo lembranças e saudade de minha mãe. No final todos os participantes ofertaram flores colocadas em frente do altar.
No dia seguinte, domingo, dia dos pais e tambem aniversario do Edu a Iracema preparou um almoço especial e todos nós comparecemos e nos divertimos bastante .
Segunda feira, 15/08, feriado estadual, fomos almoçar no restaurante Saudosa Maloca que fica do outro lado do Rio Guamá, bem em frente da Universidade Federal do Pará. Atravessamos o rio em duas embarcações motorizada. Uma saiu antes e nela fomos: Ruth, Mario, eu e outras pessoas . Saimos na frente mas tivemos que deixar uns passageiros num outro lugar e quando chegamos no restaurante os demais participantes já tinham chegado e estavam nos aguardando para o almoço. Foi muito divertido e alegre.
A atravessia do rio em embarcação motorizada nos fez lembrar de nossa juventude quando viviamos em Juruti com nossos pais e viajavamos com papai ou sozinho pelo Rio Amazonas desde Monte Alegre até Parintins, passando por Oriximiná, Obidos , Alenquer, Santarem. Principalmente nas ferias escolares quando papai ia nos buscar em Santarem, Obidos e Monte Alegre. A maré estava cheia e por baixo do restaurante a agua cobria o solo, essa visão tambem nos lembrava a epoca de cheia do Rio Amazonas. Bons tempos e boas lembranças....
Os irmãos visitantes voltaram para suas casas deixando saudade e desejos para a realização de novos encontros.

Minhas reflexões cont.

Com a chegada das pilhas, tambem apareceram as lanternas, os radios e podiamos ouvir as noticias embora com muita dificuldade. A recepção era pessima.
Os veiculos motorizados como os automoveis, os caminhões so podiamos ver nas cidades. As grandes embarcações movidas a vapor e depois as motorizadas viamos quando passavam em frente de casa navegando no Rio Amazonas deixando em seu rastro as enormes ondas, era uma festa para nossos olhos e incentivo para pegar as canoas e partir parao meio do rio e ver mais de perto esses navios e ao mesmo tempo balançar nas ondas. Sentiamos seguro e ignoravamos o perigo.
Ate os 13 anos fui criado em casa, junto de meus pais, depois fui passar uma temporada longe de casa e comecei a ver outros lugares, outras cidades e outras pessoas. A minha visão do mundo começava a se ampliar com tecnologias, ciencia, geografi, historia etc. Comecei a ter conciencia de que eu fazia parte deste enorme globo terrestre e que era um cidadão como todo mundo.

Minhas reflexões


Sou uma pessoa comum mas já passei por muitos acontecimentos historicos, tecnologicos e tambem sociais.

Minha infancia foi vivida no meio rural quando o desenvolvimento ainda não tinha chegado. Embora meus pais tenham vindo de um meio desenvolvido, o Japão, fui criado num lugar onde a eletricidade ainda não tinha chegado, a iluminação era feita com a queima de querozene, eram os farois, as lamparina. O transporte terrestre era feito por meio de carroças puxadas por bois ou em lombo dos cavalos e a fluvial em canoas movidas movido a remo ou a vela. As comunicações eram feitas atraves de telegrafias, as cartas os jornais demoravam muitos dias para chegar em seu destino, As vezes até meses.